SABIA QUE O MINDFULNESS/ATENÇÃO PLENA É RECONHECIDO CIENTIFICAMENTE COMO UMA FORMA DE PROMOVER A SAÚDE E O BEM-ESTAR, TANTO NAS CRIANÇAS COMO NOS ADULTOS? Esta prática tem em consideração cinco dimensões: - Observar, que consiste na capacidade de analisar as próprias sensações, pensamentos e emoções;
- Descrever, ou seja, ser capaz de colocar por palavras as suas vivências internas;
- Estar consciente, focado no “aqui e agora” evitando “viver em piloto automático”;
- Aceitar e deixar fluir as próprias emoções e pensamentos, não sendo “tomado” pelos mesmos;
- Ser capaz de não reagir de forma automática, à mercê das circunstâncias, emoções e pensamentos (Baer, Smith, Hopkins, Krietemeyer & Toney, 2006).
A ciência tem comprovado que a prática da atenção plena: - Melhora a atenção, a memória, criatividade e o desempenho académico;
- Aumenta a consciência corporal;
- Ajuda a regular as próprias emoções, a autocontrolar-se;
- Reduz a ansiedade (reduz hormona do stress - cortisol), a impulsividade e a agressividade;
- Potencia o autoconhecimento, autoconfiança e autoconceito positivo;
- Promove competências sociais (paciência, empatia, capacidade de resolver conflitos) melhorando a relação com os outros;
- Melhora a qualidade do sono;
- Reduz a tensão arterial, previne o ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral;
- Previne doenças crónicas e fortalece o sistema imunitário;
- Combate a depressão;
- Promove múltiplas alterações cerebrais observáveis nos testes de neuroimagem (como a ressonância magnética). O cientista e médico Jon Kabat-Zinn da
Universidade de Massachusetts, e a psicóloga Ellen Langer, de
Harvard foram pioneiros na “prescrição da atenção plena” no campo da medicina e bem-estar, pelo que para saber mais sobre este tema recomendamos a leitura de artigos destes autores.
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