Missão, Visão e Valores

Missão

Desenvolver respostas sociais de qualidade, com um espírito humanista e solidário, que promovam os direitos, a qualidade de vida, a inclusão e a cidadania de indivíduos e famílias em situação de vulnerabilidade social e/ou económica.

Visão

Ser uma referência nacional no âmbito da intervenção social, pela inovação das suas práticas e pela qualidade dos serviços prestados às comunidades.

Valores

Os diferentes atores e agentes do universo GAF têm diversas formas de cumprir a Missão da Instituição, porque a realidade com que se deparam é heterogénea e complexa. Não há apenas uma forma de fazer bem as coisas, não há receitas que beneficiem igualmente todos os indivíduos com os quais intervimos. Assim, abraçamos a diversidade de opções e perspetivas, a flexibilidade perante múltiplas alternativas, a riqueza da experimentação de novas técnicas, a busca de novas estratégias.

No entanto, estaremos todos de acordo quando afirmamos que todas as atividades e comportamentos pessoais e organizativos, por mais heterogéneos que sejam, têm de contar com algo de fundamentalmente comum, uma orientação enraizada na cultura e história da Instituição que representamos.

As práticas e estratégias poderão ser diversas, mas apenas existe uma Missão, e um significado essencial de Missão. Esta consistência e complementaridade só é possível através da observação e manutenção de um sistema de Valores partilhado, que dê sentido e significado às nossas práticas. O GAF, fundado por intermédio de referências centrais à Mensagem cristã, pressupõe e revê-se em princípios éticos universais, traduzidos na seguinte matriz de Valores:

  • Família - Concebemo-la como uma unidade estruturante da sociedade e o contexto mais significativo do desenvolvimento do ser humano. Tendo um desígnio educativo e formativo tão exigente, e uma responsabilidade crucial no equilíbrio psicossocial dos seus membros, o GAF pretende, por isso, potenciar a Família nas suas diferentes dimensões, promovendo a qualidade das experiências e das relações interpessoais aí vividas;
  • Equidade - Proceder de forma justa e imparcial, atuando segundo princípios de neutralidade, não prejudicando nem beneficiando ninguém em função da sua ascendência, idade, sexo, orientação sexual, convicções políticas, ideológicas ou religiosas, nível sócio-económico ou condição de saúde e eliminando efeitos de preconceitos ou ideias pré-concebidas
  • Individualidade - A par da não discriminação, é essencial o respeito pelas características individuais e experiências de vida que definem cada pessoa e a distinguem dos demais;
  • Autodeterminação - Respeitar, tanto quanto possível, as escolhas e decisões dos utentes é um fator essencial quer para o seu bem-estar físico e emocional, quer para a sua autonomização;
  • Autonomia - Promoção e incentivo à autonomia dos utentes, encorajando tanto quanto possível, a sua independência e auto-suficiência;
  • Confidencialidade - Preservar a integridade e privacidade dos utentes, assim como atuar com reserva e discrição no que respeita a informações pessoais de caráter sigiloso, não as divulgando ou utilizando em proveito pessoal e/ou de terceiros;
  • Inovação - A antecipação de necessidades e problemas, assim como o surgimento de novos desafios e problemáticas, exige a constante evolução das práticas. Com efeito, fomenta-se a inovação através de um ambiente estimulador de impulsos criativos e de uma atitude empreendedora de todos os seus membros;
  • Qualidade - Cultivar o rigor, eficiência e a transparência nas práticas, de forma a providenciar serviços personalizados e com qualidade, orientados para o cliente e para a sociedade.