Sabia que o estigma associado às doenças mentais prejudica gravemente o bem estar psico-emocional das pessoas?
Quando falamos de estigma, falamos de processos que ocorrem quando determinadas características são tidas como indesejáveis, baseadas em ideias pré-concebidas negativas, que conduzem à discriminação.
As pessoas com doença mental são, frequentemente, discriminadas em função da sua condição de doença mental, fruto, muitas vezes, do desconhecimento geral sobre o que são doenças mentais, o que faz com que os mitos e falsos conceitos associados se perpetuem no tempo. Há quem apelide os portadores de doença mental como malandros ou até preguiçosos, há até quem acredite que a pessoa é responsável pela sua doença, nada mais errado.
Urge cada vez mais combater a desinformação, o discurso jocoso e mal intencionado, que aparece nos meios de comunicação social, na política e no léxico dos portugueses, como sendo normal.
O que a maioria das pessoas não sabe, principalmente as que perpetuam a discriminação, através da forma leviana com que falam destas doenças, é que os portadores das mesmas, por vergonha, receio ou até mesmo medo, remetem-se ao silêncio, muitas vezes, isolam-se e prejudicam várias esferas das suas vidas.
A melhor forma de combatermos o estigma sobre as doenças mentais é aumentando a literacia em saúde mental, tentando compreender a complexidade das patologias, partilhando experiências, respeitando a condição do doente, reconhecendo que as pessoas têm uma doença mental, mas não são doentes mentais (diferença entre ser e ter) e dar voz ao combate ao estigma em todas as oportunidades que surjam.
Faça parte deste combate ao estigma sobre as doenças mentais, participe nas XXIX Jornadas do GAF: “Doença mental: Não sejas quadrado, (des)constrói...é normal” (
www.gaf.pt/pt/jornadas).
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