Sabia que em 18 de junho assinala-se o Dia Internacional do Pânico?
A distinção desta data visa alertar para a adoção de medidas que possam ajudar a lidar com situações geradoras de ansiedade e stress extremo.
Um ataque de pânico é um episódio súbito de medo, que pode acontecer sem razão aparente e que desencadeia níveis extremos de ansiedade, acompanhados por uma série de sintomas físicos como dificuldade em respirar, sensação de falta de ar; ritmo cardíaco acelerado, palpitações; dor no peito; suores, tremores; náuseas, mal-estar abdominal; tonturas, dificuldade em manter o equilíbrio; sensações de calor ou de frio; formigueiro nos braços e pernas.
Esta sintomatologia está associada geralmente a uma sensação de perigo e ao medo de sofrer de perda de controlo ou morte.
Estes episódios atingem a sua intensidade máxima em aproximadamente 10 minutos, período após o qual se regista uma sensação de fadiga extrema.
Os ataques de pânico são bastante comuns, afetando cerca de um terço dos adultos. Acredita-se que as causas possam ter origem em fases de maior stress, na genética, em alterações ocorridas em algumas zonas do cérebro, assim como nalgumas doenças psiquiátricas, tais como a fobia social, o stress pós-traumático e a depressão.
Lidar sozinho com estes episódios é extremamente difícil, no caso de dúvida, e sobretudo quando se trata de uma primeira experiência de pânico, é crucial não desvalorizar os sintomas e procurar assistência médica.
Quando se verifica um aumento da frequência e intensidade dos ataques de pânico é crucial procurar ajuda especializada.
Fontes: Serviço Nacional de Saúde | Ordem dos Psicólogos Portugueses