Sabia que a inteligência emocional é um ingrediente fundamental para uma vida feliz e produtiva

04-06-2021 14:29 | Dez 2021

Sabia que a inteligência emocional é um ingrediente fundamental para uma vida feliz e produtiva ? Cada vez mais empresas incluem as competências sociais e emocionais, as denominadas soft skills, nos processos de recrutamento e seleção.

A inteligência emocional envolve, pelo menos, cinco componentes:

1. autoconhecimento - a capacidade de reconhecermos as nossas próprias emoções e competências;

2. autocontrolo - a capacidade de nos tranquilizarmos a nós próprios, de afastar ansiedade, a tristeza ou irritabilidade. Mobilizar as emoções ao serviço de um objetivo é essencial para concentrar a atenção, para a automotivação, para a competência e para a criatividade;

3. consciência social - capacidade de tomar a perspetiva do outro, de empatizar e sentir compaixão;

4. competências relacionais - estabelecer e manter relações saudáveis e gratificantes e agir de acordo com as normas sociais. Inclui a escuta ativa, a comunicação assertiva, a cooperação, a gestão da pressão social, negociar conflitos construtivamente e procurar ajuda quando necessário;

5ª Tomada de decisões responsáveis - fazer escolhas construtivas sobre comportamentos pessoais e interações sociais. Requer a capacidade para lidar com dilemas éticos, preocupações relativas à segurança, avaliações realistas das consequências de diversos comportamentos, e ter em conta a saúde e o bem-estar de si próprio e dos outros.



Conta um velho conto japonês que certo dia um aguerrido samurai desafiou um mestre de zen a explicar-lhe os conceitos de Céu e Inferno. Mas o monge respondeu-lhe, trocista: “não passas de um estúpido e eu não posso perder tempo com gente da tua laia!”

Ofendido na sua honra, o samurai encheu-se de raiva e, puxando de espada, gritou: “Podia matar-te pela tua impertinência!”

“Isso”, replicou calmamente o monge, “é o inferno”.

Sobressaltado ao ver a verdade naquilo que o mestre lhe dizia a respeito da fúria que o dominava, o samurai acalmou-se, devolveu a espada à bainha e fez uma vénia, agradecendo ao monge aquela lição.

“E isso” disse o monge “é o céu”.