Os contextos laborais, espelhando a realidade social, podem ser espaços onde se perpetuam estereótipos e ocorrem discriminações, trazendo consequências não só para as pessoas visadas, mas também para as entidades empregadoras?
Sabia que…
- A taxa de emprego de pessoas com deficiência, em Portugal, em empresas do setor privado com 10 ou mais trabalhadores/as, é inferior a 1% (relatório ODDH, 2017)?
- Apesar da tendência crescente dos últimos 10 anos, apenas 34% dos homens partilha a licença de parentalidade de 120/150 dias (CITE, 2017)?
- Em Portugal, 76% das pessoas LGBTI+ já esconderam, no local de trabalho, a sua identidade de género ou orientação sexual (OUTNOW Global, Vodafone, 2018)?
- A perda de produtividade devida ao absentismo e presentismo causados por problemas de saúde psicológica pode custar às PME cerca de 212 milhões de euros por ano (OPP, 2014)?
- Entre 2011 e 2016, a taxa de emprego entre as comunidades ciganas aumentou cerca de 20% em Portugal, no entanto, as pessoas ciganas com emprego pago constituem apenas 34%, perante os 74% da “população geral”.
- Mais de metade da comunidade prisional portuguesa não tem trabalho na prisão (dados da DGRSP, JN, 2018)?
Com a certeza de que as empresas e instituições conseguem, também, ser espaços de inclusão e diversidade, a equipa CLDS-3G do GAF promove a iniciativa “Mercado de Trabalho Inclusivo: o valor da diferença”.
Dirigida a empresas e outras entidades empregadoras, visa combater a discriminação no local de trabalho, estimular a inclusão da diversidade nos contextos laborais vianenses e criar mecanismos locais ágeis e facilitadores da (re)inserção de todas as pessoas, reconhecendo o trabalho não só como um fator de acesso a rendimento, mas também como elemento central da identidade dos indivíduos.
Mais informação e inscrições em
gaf.pt/ovalordadiferenca