A violência na intimidade não se limita\circunscreve às relações conjugais.
A investigação tem revelado níveis perturbadores de violência nas relações na intimidade juvenil.
Nestas situações e no caso de a relação se prolongar no tempo, a violência tem tendência de aumentar, ao nível de frequência e gravidade, conduzindo, por norma, á violência conjugal.
A violência no namoro compreende actos menos severos, como por exemplo insultar, difamar, gritar, ameaçar, esbofetear, entre outros.
Um estudo nacional (Machado, Matos & Moreira, 2003) revela:
• 15,5% vitimas
• 21,7% agressores
• predomínio de "formas menores" de violência
• predomínio de vítimas do sexo feminino
• ausência de diferenças no que diz respeito ao estatuto como agressores
Estes dados predizem a continuação da violência ao longo da relação...com todas as consequências que isso implica.
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Ver ponto 3: Reconhecer o abuso
Ver ponto 1.2: Consequências da violência